Embarco nas asas do vento e, preteritamente, me vejo na minha feliz infância, na fazenda dos saudosos, vovô Dandico e vovó Ana.
Foi ali, na igreja improvisada, um rancho de pau a pique, coberto de folhas de babaçu, onde os moradores da região comemoravam a festa de São Sebastião, a qual, hoje, e uma tradição.
Ali, pela primeira vez, entoado na voz do carpinteiro, barbeiro e de outras serventias, ANTONIO CRISTINO, ouvi a oração do Pai Nosso, que cravou fundo na minha memória.
Belíssima manifestação de fé, que hoje tive o prazer de receber de um amigo, nas entoadas vozes desconhecidas, mas muito lindas, fazendo-me reviver um passado tão distante e feliz.